Blog Católico
6/21/2011
Reze conosco:
Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos, peço-vos perdão pelos que não crer, não adorar, não espera e não vos amam.
Eu sou o pão vivo que desceu do céu (joão 6. 51) Mas vem a o hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o pai em espírito e verdade e são esse adoradores que o pai deseja. ( joão 4.23)
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado.
1/05/2011
Obediência e liberdade
Só o homem interiormente livre pode optar por obedecer
Longe do que muitos pensam, a liberdade de arbítrio não consiste na possibilidade de pecar livremente. Ao contrário, Jesus, nosso modelo, caminho e porta, conheceu a perfeita liberdade de arbítrio ao escolher voluntariamente a morte de cruz, em obediência à vontade de Deus. Livre, Ele se orientou para o fim supremo de todo homem, que é Deus, de forma espontânea, não constrangida ou violenta. Assim entendida, a liberdade é um meio, e não um fim. Ela nos possibilita a praticar o que Deus quer, (o nosso maior bem) de modo responsável, por decisão espontânea.
Muitos pensam que obediência e liberdade são duas palavras antônimas, o que é um engano profundo, porque a obediência é uma manifestação da liberdade, já que só homem interiormente livre pode optar responsavelmente por obedecer. Quando Jesus se "fez obediente até à morte de cruz" (cf. Fil 2,8), estava encerrando um tempo de escravidão do homem ao pecado, à lei farisaica, e ao medo do morte, e abrindo para este o caminho da perfeição da obediência.
Jesus, como verdadeiro homem, foi livre e usou de Sua liberdade para se entregar generosamente à vontade do Pai. Ele certamente sabia a dor que tal atitude poderia causar à Sua natureza humana. Ele não era alguém insensível. Mas, por livre e espontânea vontade, Cristo assumiu a Sua morte no tempo e no lugar previsto pelo Pai. Assim, Jesus fez de Sua condenação uma oferenda voluntária. Numa atitude de livre subordinação, disse: "Faça-se a tua vontade, e não a minha, ó Pai".
Cristo nos convida para manifestar nossa liberdade na obediência à voz de Deus, que se faz ouvir nos Mandamentos, na Palavra, na Igreja e nas autoridades por ela instituídas. Fazendo esta livre opção é que o homem encontra a liberdade, passando do temor ao amor, e libertando-se do perigo de servir ao próprio egoísmo e libertinagem. A suprema obediência a Cristo é, assim, a condição da suprema liberdade do cristão, chamado a ser livre na obediência completa ao Pai em Cristo.
Assumir Cristo, como modelo da verdadeira liberdade, que não se opõe à obediência, é o desafio de todo cristão. Cristo é para nós o verdadeiro modelo de liberdade responsável, realizada dentro do obediência à vontade do Pai. Como livre que é, Ele aceita a vontade do Pai com o conhecimento mais autêntico, com os olhos bem abertos e o coração jubiloso.
Muitos pensam que obediência e liberdade são duas palavras antônimas, o que é um engano profundo, porque a obediência é uma manifestação da liberdade, já que só homem interiormente livre pode optar responsavelmente por obedecer. Quando Jesus se "fez obediente até à morte de cruz" (cf. Fil 2,8), estava encerrando um tempo de escravidão do homem ao pecado, à lei farisaica, e ao medo do morte, e abrindo para este o caminho da perfeição da obediência.
Jesus, como verdadeiro homem, foi livre e usou de Sua liberdade para se entregar generosamente à vontade do Pai. Ele certamente sabia a dor que tal atitude poderia causar à Sua natureza humana. Ele não era alguém insensível. Mas, por livre e espontânea vontade, Cristo assumiu a Sua morte no tempo e no lugar previsto pelo Pai. Assim, Jesus fez de Sua condenação uma oferenda voluntária. Numa atitude de livre subordinação, disse: "Faça-se a tua vontade, e não a minha, ó Pai".
Cristo nos convida para manifestar nossa liberdade na obediência à voz de Deus, que se faz ouvir nos Mandamentos, na Palavra, na Igreja e nas autoridades por ela instituídas. Fazendo esta livre opção é que o homem encontra a liberdade, passando do temor ao amor, e libertando-se do perigo de servir ao próprio egoísmo e libertinagem. A suprema obediência a Cristo é, assim, a condição da suprema liberdade do cristão, chamado a ser livre na obediência completa ao Pai em Cristo.
Assumir Cristo, como modelo da verdadeira liberdade, que não se opõe à obediência, é o desafio de todo cristão. Cristo é para nós o verdadeiro modelo de liberdade responsável, realizada dentro do obediência à vontade do Pai. Como livre que é, Ele aceita a vontade do Pai com o conhecimento mais autêntico, com os olhos bem abertos e o coração jubiloso.
http://blog.cancaonova.com/vidanova/
10/01/2010
Paramahansa Yogananda
Se Deus não responde às suas preces
é porque você não está sendo fervoroso.
Se você Lhe oferece orações mecânicas,
não pode esperar prender a atenção do Pai Celestial.
O único modo de tocar Deus através da prece
é pela persistência, regularidade e profundo fervor.
é porque você não está sendo fervoroso.
Se você Lhe oferece orações mecânicas,
não pode esperar prender a atenção do Pai Celestial.
O único modo de tocar Deus através da prece
é pela persistência, regularidade e profundo fervor.
Limpe a sua mente
de toda negatividade,
como o medo, a preocupação, a raiva.
Então, encha-a com pensamentos
de amor, serviço aos outros e alegre expectativa.
No santuário do seu coração
deverá reinar um poder,
uma alegria, uma paz -
Deus.
de toda negatividade,
como o medo, a preocupação, a raiva.
Então, encha-a com pensamentos
de amor, serviço aos outros e alegre expectativa.
No santuário do seu coração
deverá reinar um poder,
uma alegria, uma paz -
Deus.
Santo Agostinho
Venha, Senhor e trabalha.
Estimula-nos e incita-nos.
Desperta-nos, impele-nos adiante.
Seja perfumado como as flores
e doce como o mel.
Ensina-nos a amar e prosseguir.
Salmo 23
O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.
Salmo 145
Eu te exaltarei, ó Deus, rei meu; e bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos. Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos. Grande é o Senhor, e mui digno de ser louvado; e a sua grandeza é insondável. Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciará os teus atos poderosos. Na magnificência gloriosa da tua majestade e nas tuas obras maravilhosas meditarei; falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e eu contarei a tua grandeza. Publicarão a memória da tua grande bondade, e com júbilo celebrarão a tua justiça. Bondoso e compassivo é o Senhor, tardio em irar-se, e de grande benignidade. O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias estão sobre todas as suas obras. Todas as tuas obras te louvarão, ó Senhor, e os teus santos te bendirão. Falarão da glória do teu reino, e relatarão o teu poder, para que façam saber aos filhos dos homens os teus feitos poderosos e a glória do esplendor do teu reino. O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura por todas as gerações. O Senhor sustém a todos os que estão a cair, e levanta a todos os que estão abatidos. Os olhos de todos esperam em ti, e tu lhes dás o seu mantimento a seu tempo; abres a mão, e satisfazes o desejo de todos os viventes. Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e benigno em todas as suas obras. Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Ele cumpre o desejo dos que o temem; ouve o seu clamor, e os salva. O Senhor preserva todos os que o amam, mas a todos os ímpios ele os destrói. Publique a minha boca o louvor do Senhor; e bendiga toda a carne o seu santo nome para todo o sempre.
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